129 jornalistas mortos em 2025
Dos 129 jornalistas que foram mortos o ano passado, a maioria (104) das mortes ocorreram durante conflitos.
E embora o número de profissionais dos media que foram assassinados na Ucrânia e no Sudão tenha aumentado, na esmagadora maioria dos casos as vítimas foram palestinianos mortos por Israel.
No relatório, o Comité lembra que “os conflitos armados atingiram níveis históricos em todo o mundo”, assim como os assassinatos de jornalistas que alcançaram “um pico sem precedentes”, sobretudo devido à acão do governo de Israel, “responsável por dois terços de todos os assassinatos de jornalistas e profissionais da comunicação social em 2025”.
Trata-se “do número mais elevado alguma vez documentado” pelo Comité para a Proteção dos Jornalistas desde que a organização começou a registar estes dados, há mais de três décadas.
A organização nota ainda que as mortes de elementos da imprensa em consequência de ataques com drones estão a aumentar de forma significativa: de duas, em 2023, passaram para 39 em 2025.
No relatório, o Comité lamenta “uma persistente cultura de impunidade para ataques à imprensa” e lembra que “os assassinatos de jornalistas violam o direito internacional humanitário”, que estipula que os jornalistas são civis e nunca devem ser alvos deliberados.
Partilha:





Publicar comentário